Seu negócio precisa entender…


 

Olá caro líder e gestor, se você chegou até aqui parabéns! E se eu entendo de comportamento, você está buscando algo para transformar ou melhorar ainda mais os resultados na sua empresa, certo? Então preciso que você preste muita atenção no que vou te dizer agora.

Certamente é algo que você já sabe, mas vale muito a pena ser lembrado.

Sr. Antônio, homem trabalhador de 55 anos é pai de Sofia, uma adolescente de 13 anos que não pensava em outra coisa se não fosse um dia estudar medicina e se tornar uma reconhecida cirurgiã.

Seu pai, por sua vez, mal tinha tempo de almoçar com a família, mesmo em seu pequeno restaurante que ajudava na renda familiar. Logo voltava ao trabalho como motorista de ônibus. Tudo que ele queria era que Sofia ajudasse sua mãe de 53 anos nos afazeres domésticos, lavando as louças do almoço.

Mas, quase que diariamente, tinha que brigar com Sofia obrigando-a que assim o fizesse. De nada resolvia, pois eram panelas pesadas, surradas em um fogão a lenha e necessitava de certa força para limpa-las. Logo, Sofia fazia o trabalho doméstico tão mal feito que sua mãe necessitava refazê-lo por completo.

Sr. Antônio depois de várias tentativas frustradas. resolveu tentar diferente. Lembrou-se que, há alguns anos atrás, conheceu uma renomada médica cirurgiã, então chamou Sofia e disse a ela sobre a doutora.

A garota logo se interessou em fazer perguntas sobre a senhorita.

Como ela era? O que ela tinha de especial? O pai disse que ela tinha um forte aperto de mão, o disse que para manusear com destreza equipamentos de cirurgia por muitas horas, precisava de tal habilidade e que, ela havia conseguido ajudando sua família no passado arrancando cenouras que seus pais cultivavam como fonte de sustento.

Bom, você já deve imaginar o que aconteceu daí em diante. Sofia passou a lustrar as panelas como ninguém (e sem que ninguém a mandasse ou brigasse). Ela queria desenvolver a mesma habilidade que a doutora.

O que acontece é que a garota encontrou seu próprio motivo para realizar a tarefa e não mais o fazia por obrigação.

E o que Sr. Antônio e Sofia tem a ver com o seu negócio?

Todos os anos são dispensados investimos de tempo, recursos e energia para realizarmos um planejamento em nossa empresa, certo? Nos empenhamos ao máximo para que esse planejamento seja cumprido, certo? Porém tão real quanto o sol que nasce sempre ao leste, é que o nosso planejamento só será alcançado se, e somente se, as pessoas envolvidas nesse processo quiserem tanto quanto você que isso aconteça.

Mas preciso te dizer que, por mais que essas pessoas amem seus trabalhos, por melhor que sejam as condições na sua empresa, elas não estão preocupadas com o seu planejamento mais do que estão preocupadas com o planejamento pessoal delas. Não é por acaso que a palavra mais usada no mundo é o pronome pessoal “eu”.

Pense, qual a dor de dente que mais dói? A minha! Qual o problema mais urgente? O meu! Bem como qualquer outra prioridade ou grau de relevância. Assim é o funcionamento natural dos seres humanos.

Porém ao contrário do que possa parecer, essa é uma ótima notícia para o seu negócio, pois agora que já entendemos como as pessoas funcionam, então basta saber como ajudá-las a encontrar seus próprios motivos e suas realizações, pois quanto mais elas quiserem realizar algo para si, mais elas vão usar sua fonte de renda (a empresa) para alcançar seus resultados.

Se cada um dos seus colaboradores realizarem seus próprios sonhos, o nosso planejamento estará GARANTIDO!

Seu colaborador precisa sonhar!